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Seduc envia condicionadores de ar para Escola João Sato

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Todo brasileiro sabe, as instituições públicas, particularmente as ligadas ao Executivo sofrem de leniência e, salvo honrosas exceções quando algo acontece rápido o cidadão até estranha.

A “manobra” para empurrar refugo de 410 carteiras escolares (a maioria) velhas, riscadas, sujas e cheias de chicletes, como material novo, encaminhado para a Escola João Sato ao custo de R$19.402,80 não deu certo e a recusa da Direção da unidade escolar, no recebimento da “sucata”, estourou como uma bomba no colo da própria Seduc, ao cair na imprensa.

Oito dias depois do fato, ocorrido em 18 de maio/13, hoje pela manhã uma carreta com placa de Uberaba estacionou novamente no pátio da escola para desembarcar 36 aparelhos condicionadores de Ar para os estudantes.

A nota fiscal no valor de R$78.400,00 aponta o fornecedor como Milanflex e, estava lacrada. A diretora Conceição Barbosa e a Coordenadora Ivacira Antoniassi aparecem felizes ao recepcionar o material. Nas palavras de Barbosa, a escola voltará a funcionar nas dependências já reformadas em cerca de 15 dias, como o sol que brilha hoje sobre as nuvens.

Questionada como os alunos podem voltar para um espaço cheio de mato e de entulho a diretora disse que na segunda-feira, o Prefeito Municipal Sidney Salomé, através da Secretaria de Obras vai colocar uma equipe no pátio escolar para fazer uma limpeza geral e liberar a escola para funcionamento.

Leia também:

- Seduc envia carteiras velhas e rabiscadas para Escola João Sato;

 

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Na segunda-feira, a Folha de Araputanga vai comparecer ao espaço escolar para conferir o serviço. Muitos alunos egressos da João Sato reclamam do “atoleiro” em que se transformou aquilo que seria uma simples reforma. Esses estudantes denunciam que concluíram o ensino médio na escola, entraram na Faculdade e já estão terminando o curso, sem que a dita reforma seja concluída.

Talvez dê errada nossa previsão quanto aos estudantes não poderem voltar à unidade escolar em 2013. Essa “profecia” parece que mexeu com o brilho de alguns políticos. Na verdade, deveríamos tê-la feito bem antes e, sem dúvida todos os araputanguenses e, os estudantes em particular, ficarão felizes em receber a escola de volta.

Quando a obra de reforma for entregue restará uma pergunta a conferir: qual a qualidade da obra de reforma, quatro anos depois do início dos trabalhos?